"A criança deverá estar sempre em primeiro lugar entre aqueles que recebem proteção e auxílio." Declaração da Organização das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. (Artigo 6)
E foi pensando no cuidado com as crianças que NEXCARE preparou um guia completo de primeiros socorros. Ele vai ser muito útil no seu dia-a-dia, sempre que houver uma eventualidade.
Tudo isso, porque NEXCARE pensa como você:
sempre o melhor para as crianças.
Lave a região com água e sabão, preferencialmente de glicerina
ou de coco, por dois minutos. Depois cubra-a com uma gaze limpa ou curativo adequado (linha Nexcare 3M). Evite movimentos bruscos, mantendo a parte ferida em posição normal, sem o apoio de tipóias ou algo semelhante.
Importante:
Havendo sangramento intenso, comprima o local afetado com outra gaze limpa até que a vítima pare de sangrar.
Quando o objeto que causou o acidente estiver sujo ou enferrujado, caso a carteira de vacinação não esteja em dia, será necessária a vacina antitetânica, que pode ser aplicada em hospitais ou postos de saúde.
Em casos de pequenos cortes, lavar com água e sabão, retirando a sujeira.
Fazer compressão local com pano limpo, até parar o sangramento.
Cobrir com curativo (linha Nexcare 3M )
Em caso de ferimentos maiores, lavar com água e sabão, comprimir com pano limpo, encaminhando a criança para o Pronto-Socorro, levando a carteira de vacinação.
Prevenção:
Cortes
Em casos de pequenos cortes, lavar com água e sabão, retirando a sujeira.
Fazer compressão local com pano limpo, até parar o sangramento.
Cobrir com curativo (linha Nexcare 3M).
Em caso de ferimentos maiores, lavar com água e sabão, comprimir com pano limpo, encaminhando a criança para o Pronto-Socorro, levando a carteira de vacinação.
Retirar ou forrar móveis baixos com cantos agudos.
Manter facas, tesouras, canivetes e outros objetos afiados fora do alcance da criança.
Proibir o uso de ferramenta e moedores pela criança.
Orientar o uso adequado de copos e pratos. Não permitir que a criança circule com eles nas mãos.
Substituir o vidro em mesas e prateleiras.
Cuidados com madeiras com pregos, usar sapatos com sola de borracha quando próximas destes materiais.
Atenção especial em praias sujas, com a presença de garrafas, latas, etc.
Nunca permita o uso de "cerol" (conhecido também como "cortante") em linhas de pipas.
Para aliviar a dor, umedeça a região queimada com compressas ou
toalhas dobradas embebidas em água fria. Mãos e braços podem ser
mergulhados na água, mas não coloque o acidentado sob o chuveiro
frio. Sacos de gelo não têm eficácia, podendo até grudar na pele. Após
estes procedimentos, deixe a queimadura livre, sem nada por cima.
Objetos que ainda estejam na região afetada (anéis, relógios, pulseiras)
devem ser removidos antes que o inchaço crie mais problemas. Porém,
se a retirada for traumática, deixe que um médico o faça. Se formarem-se bolhas, não mexa nelas.
Importante:
Quando a pessoa estiver com as roupas queimando, pegue uma toalha, um cobertor grosso ou mesmo um casaco, e abafe o fogo. Uma criança pode entrar em pânico, começar a correr, aumentando as chamas. Procure acalmá-la, coloque-a no chão e chame imediatamente um médico.
Prevenção:
Cuidados com fornos e churrasqueiras quando quentes (usar acendedor próprio para carvão, o uso
de álcool pode causar acidentes graves).
Verificar a temperatura da água do banho (mesmo em chuveiro) antes de introduzir a criança.
Não fumar perto da criança. Manter cigarros, fósforos, isqueiros, longe do alcance e da vista da criança.
Passar filtro solar na pele da criança, observando o horário de banho de sol até 10h30 e após 16h
(lembrar do horário de verão).
Isolar a junção de extensões de fios com fita isolante. Prevenir contra choque elétrico, cobrindo
as tomadas elétricas. Não permitir que a criança solte pipa próximo à rede elétrica.
Não passar roupa com a criança próxima. Guardar o ferro elétrico fora do alcance dela.
Não permitir que a criança brinque com fogos de artifício.
Ensinar à criança o significado de "quente".
Colocar cabos das panelas para a parte posterior do fogão, dê preferência ao uso dos bicos de gás
internos.
Cuidado com café quente, evitar toalhas de mesa com pontas longas, pois permitem que a criança puxe-as mais facilmente, com risco de derrubar sobre si alimentos quentes que estejam sobre a mesa.
Não beber, comer ou carregar coisas quentes perto da criança ou enquanto a segura.
Manter os aparelhos como cafeteira, panela elétrica, processador de alimentos fora do alcance das crianças.
Testar alimentos aquecidos no forno de microondas, para verificar se as porções não estão quentes demais.
Materiais químicos na pele devem ser lavados com água corrente, sem esfregar, até que todos os resíduos sejam retirados. Se algum produto cair nos olhos, tente manter as pálpebras da vítima abertas e jogue água corrente sobre o globo ocular afetado. Isto pode ser feito com chuveirinho ou sob uma torneira. Esta lavagem do globo ocular deve ser feita por 20 minutos, pois algumas substâncias, como a cal, são extremamente agressivas e demoram para ser removidas. Tome cuidado para que esta lavagem não atinja o olho são. Água corrente não causa danos e ainda
pode salvar da cegueira. Mas, atenção: não use jatos, para evitar o deslocamento da córnea.
Importante:
Substâncias ácidas e básicas, como soda cáustica, água sanitária,
cal, colas fortes são alguns dos produtos causadores desses
acidentes. Para prevenir, mantenha-os fora do alcance das
crianças e mesmo dos adultos. Muitas vezes, uma distração
pode acabar em tragédia.
Se a região estiver suja, limpe suavemente em volta do ferimento, com um pano macio e sabão.
O procedimento correto nesses casos é procurar socorro médico.
Importante:
Não tente retirar qualquer objeto que esteja preso à pele. Ele pode estar próximo a alguma artéria, veia ou nervo. Esse tipo de ferimento precisa ser bem tratado, para evitar problemas, como infecções no local atingido, gangrena ou hemorragia. Não tendo sido vacinada contra o tétano, a vítima corre o risco de contrair a doença. O mesmo risco existe, se o objeto estiver sujo ou enferrujado, sendo imprescindível a vacina antitetânica.
OBS.: a única situação em que devemos retirar objetos é quando o mesmo perfurou a bochecha
e corre o risco de deslocar-se e obstruir as vias respiratórias.
Não permita que a vítima mexa ou esfregue o olho. Coloque-a
sentada em uma cadeira, sob boa iluminação, e incline a sua
cabeça para trás. Dessa maneira, você terá condições de observar
onde está o objeto. Depois, pegue uma haste flexível com algodão
nas pontas, umedecido em água limpa e tente, com muita
delicadeza, retirar o corpo estranho, tocando delicadamente apenas nas laterais do globo ocular e na pálpebra inferior com movimento suave, sem oferecer pressão. Faça este procedimento apenas se a criança colaborar.
Importante: O que fazer:
É muito comum a criança aparecer com corpos estranhos no ouvido: desde bolinhas e caroços até pequenos insetos (mosquitos e moscas). Em ambos os casos, somente o médico pode resolver o problema.
Importante:
Não pingue líquidos ou introduza objetos
no ouvido, pois existe a possibilidade de
o tímpano ter se rompido, causando
infecções e danos à audição.
A tentativa de remover corpos estranhos (milho, feijão, sementes e
caroços de pequeno tamanho, alfinetes, grampos, palitos) do nariz
pode empurrá-los para a parte mais profunda. Isto só irá agravar o
problema. Leve a criança ao médico que, em certos casos, poderá retirar
o objeto com uma rápida manobra.
Observar o local traumatizado. Em caso grave, levar imediatamente ao pronto-socorro.
Na cabeça: apenas em casos brandos, colocar gelo no local ou bolsa térmica , manter a criança em observação, evitar que durma, observar sinais de prostração, convulsão, febre, irritabilidade excessiva.
Na presença de alguns destes sinais, procure um pronto atendimento imediatamente.
Em tórax e abdome: levar ao pronto-socorro por possíveis lesões internas.
Nos membros: colocar gelo no local ou bolsa térmica nas primeiras 24 horas. Em seguida, colocar compressas mornas ou bolsa térmica (estas sugestões são para traumas sem cortes). Manter vigilância constante, ao menor sinal de piora, procurar pronto atendimento médico.
Levar sempre ao pediatra, assim que possível.
Prevenção:
Ensinar a criança a subir e a descer escadas, quando estiver pronta.
Travar grades de berços, mantendo-as levantadas quando a criança estiver dentro.
Enquanto você espera pelo atendimento especializado,
mantenha a vítima o mais confortável possível. Não
movimente a vítima nem permita que o façam, especialmente
em lesões no pescoço e na coluna, pois são áreas muito
sensíveis. Nunca tente colocar talas, o fêmur e o ombro,
imobilizados erradamente, podem ocasionar graves lesões
de vasos e nervos. Chame profissionais que possam
transportar o acidentado com segurança até o hospital.
Importante:
O auxílio médico é indispensável. Não aplique compressas de água quente, pois o calor provocará uma vasodilatação, aumentando o inchaço e o possível sangramento interno. Muitas vezes, não se trata de uma fratura, e sim de uma luxação ou de uma entorse. Só um especialista pode fazer um diagnóstico correto e indicar o tratamento adequado.
Nunca tente imobilizar a região, recolocando a parte do osso ou a sua
ponta que ficou para fora no local certo. Cubra a região com uma compressa bem limpa e úmida. Se possível, acolchoar dos dois lados a região machucada, com algodão ou pano macio. No transporte até o hospital, evite quaisquer movimentos.
O sangramento pode não ser intenso, mas apresenta perigo. Aplique uma compressa limpa com pressão. Caso ela fique encharcada de sangue, coloque uma segunda sem retirar a primeira, para não atrapalhar a coagulação que já se iniciou. Lembre-se de deixar a parte machucada em repouso.
Importante:
Procure um médico logo em seguida. O sangue escorre na proporção do tamanho do ferimento e do número de veias atingidas. Talvez a criança precise de uma sutura.
Nesse caso, o sangue jorra do ferimento a cada batida do coração. A medida básica é aplicar, comforça, uma compressa sobre a região que sangra. Se não tiver este recurso ao alcance, use a própria mão para pressionar e não afrouxe, porque uma grande quantidade de sangue pode ser perdida.
Importante:
Enquanto você toma esta providência, vá para o hospital. Será preciso suturar a ferida e até a artéria, e somente um médico pode fazê-lo.
Desligue a chave geral da casa e depois afaste
a vítima do fio ou do aparelho elétrico. Não toque na criança, senão você levará um choque também. Em um choque leve, não haverá muitos problemas. Em caso de choque grave, procure com urgência o socorro médico e, se necessário, inicie a Reanimação Cardiorrespiratória. (ver pág. 20)
Importante:
O primeiro impulso de qualquer um quando vê alguém levando um choque é tentar puxá-lo. Não faça isso sem o uso de isolantes. Outro erro comum é utilizar panos molhados ou úmidos para socorrer a vítima.
Sempre que um alimento (líquido ou sólido) ou um objeto é colocado na boca e engolido e vai para o pulmão, denominamos aspiração.
Pode ser pela presença de corpos estranhos ou objetos, tais como um pedaço de carne durante a alimentação, chiclete, bala, etc.
O que fazer:
Enquanto a criança está tossindo ou ainda emite qualquer tipo de som, não devemos interferir, pois é um processo normal de defesa do organismo.
Em caso de vômitos, manter a cabeça lateralizada, isto é, virada para um dos lados, evitando que a criança engula o vômito e este vá para o pulmão.
Quando notamos que a obstrução foi total, quando a pessoa não respira, devemos de imediato aplicar a manobra conhecida como de "HEIMLICH".
Se não der resultado, passe para o passo seguinte.
Realize 4 compressões com os 2 dedos no centro do peito, entre os mamilos (como descrito na massagem cardíaca).
Não obtendo resultado, passe para o passo seguinte.
Tente retirar o objeto com o dedo mínimo.
Crianças Maiores Conscientes
Posicione-se atrás da vítima, envolva-a com ambos os braços, cerre o punho de uma das mãos e o coloque sobre o osso do peito que une as costelas (cuidado para não apoiar em costelas) mais ou menos 3 dedos acima do final desse osso (o osso termina perto do estômago).
Coloque a outra mão espalmada sobre a primeira e faça forte pressão para dentro (a força deve ser exercida perpendicularmente).
Repita por seis vezes (se necessário).
Crianças Maiores Inconscientes
Coloque a vítima deitada de costas, em local plano e duro.
Coloque-se de joelhos à altura do tórax da vítima.
Posicione a base de uma das mãos no peito da vítima (no mesmo local explicado anteriormente).
Realize a pressão perpendicularmente.
Repita o movimento seis vezes.
Tente remover o objeto, utilizando os dedos indicador e médio como pinça. Se não conseguir, repita o ciclo.
Importante:
Jamais tente colocar os dedos dentro da boca de uma pessoa consciente, pois isto poderá provocar o vômito e agravar o quadro da vítima.
Verifique se a criança respira ou não.
Se não respira, iniciar os procedimentos de reanimação descritos no item AFOGAMENTO.
A asfixia ou sufocação pode ocorrer também por interrupção da respiração, como, por exemplo, com sacos plásticos colocados na cabeça, cordões que envolvam o pescoço, introdução da cabeça entre grades de proteção, etc.
Prevenção:
Usar distância de 6cm entre as grades do berço.
Retirar os móbiles e pequenas peças de brinquedos que possam ser engolidos.
Não manter fios ou cordões perto do berço.
Não permitir que a criança brinque com sacos ou plásticos, balões e talcos.
Evitar alimentos que possam asfixiar (salsichas, amendoim, pipoca, balas duras, gomas de mascar, frutas e vegetais duros.
Cortar os alimentos em pedaços pequenos.
Retirar do alcance: botões, moedas, alfinetes, pregos, parafusos, pregadores de roupas.
Tire a criança de dentro d'água, segurando-a pela cintura. Peça para alguém manter os curiosos a distância, para que não haja tumulto. Peça para alguém chamar ajuda (193) e inicie imediatamente o socorro. Observe se as vias respiratórias estão bloqueadas com algum corpo estranho e retire-o. Verifique se ela respira através da seguinte técnica:
- Deite-a no chão, de barriga para cima, em lugar plano, coloque uma mão sob o queixo e outra na testa da criança e movimente o queixo para trás, procurando manter a sua ponta para cima; mantendo esta posição coloque o seu ouvido junto à boca e nariz da criança, com os seus olhos voltados para o peito dela e tente "OUVIR" a respiração através de sons; "SENTIR"
a respiração através do calor que ela produz e "VER" se o peito faz algum movimento (movimento respiratório).
- Se ela não estiver respirando, faça respiração boca-a-boca. Proceda da seguinte maneira: mantenha a cabeça da criança na posição que foi explicada anteriormente,
com o dedo indicador e médio da mão que está na testa, prenda as narinas da criança, com a sua boca envolva totalmente a boca da criança (procure selar a mesma), sopre o ar dentro da boca da criança duas vezes seguidas e rapidamente. Em seguida retire a sua boca e a pressão das narinas e vire a cabeça do acidentado para o lado; inspire e repita o procedimento, durante o sopro procure observar se o peito da criança se movimenta (isto significa que a ventilação está sendo eficiente), se a criança vomitar ou houver secreções dentro da boca, vire a cabeça de lado e proceda
à limpeza antes de continuar, se após as duas ventiladas iniciais a criança não respirar, faça o seguinte: verifique se há pulsação (isto é, se o coração está batendo) através da seguinte técnica: com dois dedos (indicador e médio) palpe a região do pescoço da seguinte forma – acompanhe a linha média do pescoço (onde fica a traquéia) e escorregue os dedos para o lado em que você está e tente sentir se há batimentos. Se não houver, inicie a Reanimação Cardiorrespiratória que consiste em técnica para manter a circulação do sangue e a respiração, até que chegue socorro especializado.
Peça para alguém buscar atendimento médico ou o resgate do Corpo de Bombeiros (193) e inicie imediatamente a reanimação.
Com a criança deitada de costas em uma superfície dura e plana, ajoelhe-se ao lado dela.
Se o peito estiver coberto, descubra-o.
Localize no peito da criança (entre os mamilos), um osso largo que une as costelas.
Escorregue os dedos (em direção ao estômago) até achar o final desse osso.
Localizada essa ponta final do osso, meça dois dedos de largura, acima dele e, imediatamente acima desta medida, coloque a outra mão, apoiando somente a polpa.
Afaste os dedos da mão das costelas da criança para evitar fraturas.
Mantenha o braço esticado e faça pressão sobre o tórax da criança.
Alivie a pressão totalmente, sem perder o contato da mão com o peito da criança.
Reinicie o procedimento (que é chamado de Massagem Cardíaca).
Se você estiver reanimando o acidentado sozinho, lembrese de que para cada 15(quinze) massagens cardíacas são necessárias duas ventilações.
Se você tiver o auxílio de outra pessoa, uma ficará encarregada da massagem cardíaca e a outra da ventilação, neste caso a proporção é de 1 (uma) ventilação para cada 5 (cinco) massagens.
A cada minuto é necessário checar se a pulsação voltou, pois a reanimação cardiorrespiratória é um procedimento de emergência, sendo indispensável a ida ao hospital depois que a criança recuperar a pulsação e a respiração.
Se normalizada a respiração e a pulsação, mantenha a vítima aquecida, usando casacos ou toalhas e transporte-a para um serviço médico.
IMPORTANTE! EM BEBÊS ATÉ 1 ANO EXISTE VARIAÇÃO NA TÉCNICA:
No procedimento da respiração boca-a-boca, cobre-se a boca e o nariz do bebê com a boca do socorrista.
A quantidade de ar a ser insuflada no bebê deve ser menor,
não havendo necessidade de tomar fôlego, neste caso usamos somente o ar da bochecha.
Na massagem cardíaca para bebês devemos utilizar apenas 2 dedos.
Para achar a posição correta colocamos 3 dedos a partir da linha do centro dos mamilos e retiramos o dedo de cima, assim teremos a posição correta a ser aplicada a pressão.
Normalizada a respiração e a circulação, mantenha-o aquecido, usando casacos ou toalhas, e leve-o ao hospital. Se não estiver recuperando a pulsação ou respiração, não interrompa a reanimação até a chegada do resgate.
Em caso de batidas no fundo da piscina ou em pedras
no mar, rio ou lago, há riscos de traumatismo da coluna
ou da cabeça. Suspeitando desse tipo de acidente, vire
a criança, ainda dentro d'água, sem fazer movimentos
bruscos, mantendo a cabeça e o pescoço alinhados.
Deixe-a flutuando na piscina ou no mar, até o socorro chegar, pois ela deverá ser imobilizada sobre um suporte rígido, para evitar que os danos se agravem.
Prevenção:
Manter observação direta da criança na praia ou piscina.
Manter trancadas as cercas em torno da piscina.
Usar coletes salva-vidas em barcos.
Nunca deixar a criança sozinha na banheira.
Não deixar as crianças brincarem em água de enchente, rios e canais.
Não fazer a criança vomitar, se não souber do que se trata (materiais corrosivos queimam quando vomitados).
Levar a criança ao pronto-socorro imediatamente, levando a embalagem do produto químico, remédio, planta.
Manter a criança deitada, limitando os movimentos.
Contatar o Centro de Intoxicação:
Campinas - SP: (19) 3521-6700 / 3521-7555
Curitiba - PR: (41) 3264-8290 / 3363-7820
Porto Alegre - RS: (51) 2139-9200
Ribeirão Preto - SP: (16) 3602-1190 (CIT)/(016)3602-1154 (Laboratório) /(16) 3610-1375
Rio de Janeiro - RJ: (21) 2573-3244/ 0800-7226001
São Paulo - SP: (11) 5012-2399
Para outras regiões consultar o Centro de Intoxicação mais próximo.
Prevenção:
Lavar as frutas e verduras, antes de oferecer às crianças.
Retirar plantas venenosas do alcance da criança. Cuidado: muitas plantas comumente usadas em jardins não são consideradas venenosas por falta de informação, mas são perigosas.
Comprar medicamentos com tampa de segurança.
Manter medicamentos em armários trancados.
Não dar remédio como "bala" para a criança.
Não transferir substâncias tóxicas para garrafas, vidros ou potes.
Estocar os detergentes e produtos de limpeza fora do alcance das crianças.
Produtos químicos e substâncias perigosas devem ser guardados em armários trancados e separados de bebidas e alimentos. Ao comprá-los, dar preferência por marcas com lacre de segurança.
Retirar crianças de ambientes com tintas, colas, vernizes, dedetização.
A primeira providência é garantir que a criança respire.
Inconsciente, ela pode ter as vias respiratórias bloqueadas por
saliva, vômito, sangue ou aparelhos ortodônticos. Para resolver
o problema, abra a sua boca, puxe com firmeza, mas delicadamente, a sua mandíbula para a frente e incline sua cabeça para trás. Isto afasta a língua do fundo da garganta e libera a passagem de ar. Depois, coloque-a com a cabeça para o lado, facilitando a saída dos líquidos ou vômitos que ainda estejam em sua boca.
Importante:
Percebendo que a criança vai desmaiar, ajude-a a se apoiar em uma cadeira ou cama e eleve suas pernas, com as roupas afrouxadas. Diga-lhe para respirar profundamente. Estes procedimentos podem ser suficientes para fortalecê-la.
As principais características do problema são cabeça
rígida, olhos revirados e corpo se batendo. Observe a
respiração e vire a cabeça da criança para o lado, caso
haja líquidos na boca. Se ela usar aparelho ortodôntico
móvel, retire-o rapidamente. A causa da convulsão pode
ser uma febre muito alta. Assim, tente diminuir a temperatura do pequeno, resfriando seu corpo com toalhas umedecidas em água fria, podendo ser gelada nos braços e pernas. Estes procedimentos talvez permitam que a febre diminua um ou dois graus, o que poderá encerrar a convulsão. Se a criança não apresenta febre, a causa pode ser de outra origem. Siga as orientações anteriores (exceção ao resfriamento do corpo) e tão logo quanto possível procure atendimento médico.
Importante:
Durante uma convulsão, é preciso ficar atento ao risco de a criança machucar a sua cabeça.
Proteja a região para evitar que outro problema aconteça. Nunca tente puxar a língua da criança.
A visita do médico é necessária para esclarecer os motivos do problema, afastando as hipótesesde meningite ou abscessos cerebrais.